
É com imenso gosto e redobrada alegria que aqui lhes apresento, senhores e senhoras, a Frente pela Antecipação do Grande Terramoto de Lisboa (FAGTL). Em luta desde 1755 profetizados logo à nascença por Voltaire, no seu livro "Poème sur le Desastre de Lisbonne" de 1756, «vós procurais em paz a causa às trovoadas» (p.37) a esperança é a ultima a morrer.
«Vinde pois, contemplai ruínas desoladas,/ restos, farrapos só, cinzas desventutradas» (p.35).
«Eu respeito o meu Deus, porém amo o universo [quer dizer, «Universo»].»
«Nada sabido é, nada há que não se tema. À natureza muda as questões pôr não vale» (p.47)
«Deus segura a cadeia e não é encadeado;/ seu benfazejo ser tudo há determinado;/ é livre e justo, e não cruel nem vingativo.» (p.41)

